quarta-feira, 16 de março de 2011

Aos Calouros.


Aeee, calourada!
Sejam bem vindos!

Já vamos adiantando que estamos preparando uma semana de iniciação política e debatermemos educação e o papel do estudante na universidade.


È importante ressaltar a importância de transformarmos a instituição de ensino em um seleiro de construção intelectual e de atividades políticas e culturais, ampliando assim nosso papel dentro e fora da universidade.

Um dos debates importantes que o MENF abordará em sua trajetória semestral é o PDE, o processo de expansão da universidade pública, o modelo de universidade que temos e o que pretendemos, a participação do MENF na luta com os seguimentos organizados da sociedade. E ainda, um dos pontos pertinentes de nossas bandeiras de luta. Por que a UFF tem protelado tanto o inicio das obras do novo campus? Por que a demora das obras do ‘bandejão’ na UENF? Procuramos respostas!

E ainda teremos culturais que acontecerão hora na UENF, hora na UFF, e também na nossa sede, no casarão do estudante.

Novamente, sejam bem vindos!

Sobre o FEAB

Informe>>>Amanhã as 8h, no DCE da UENF, reunião da FEAB.


Movimento Estudantil Agronomia (FEAB)
FEDERAÇÃO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL – FEAB


por Daniel Araújo

Coordenação Nacional FEAB - UFPR 2009-2010

A organização dos estudantes de agronomia teve inicio há mais de 50 anos. A primeira organização estudantil ocorreu juntamente com os estudantes de medicina veterinária, onde foi criada em 1951 a União dos Estudantes de Agronomia e Veterinária do Brasil (UEAVB), durante o II Congresso dos Estudantes de Agronomia e Veterinária. Essa organização durou somente até 1955, onde os estudantes de agronomia criaram sua própria organização.

Em 1954 os estudantes de agronomia realizaram seu primeiro congresso, na época CBEA – Congresso Brasileiro de Estudantes de Agronomia. Durante o II CBEA foi criado o Diretório Central dos Estudantes de Agronomia do Brasil (DCEAB). O DCEAB sofreu duros golpes durante o regime militar, onde a exemplo da União Nacional dos Estudantes (UNE) e outros movimentos sociais populares, em 1968 caiu na clandestinidade, através do Ato Institucional número 5 (AI-5), decreto que proibiu a reunião de pessoas para fins políticos. As atividades dos estudantes de agronomia foram quase totalmente interrompidas entre os anos de 1968 e 1971. Em 1972 realizou-se o 15° Congresso Nacional dos Estudantes de Agronomia – CONEA, em Santa Maria/ RS. Neste evento se retorna o movimento em nível nacional, com a fundação da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil – FEAB, que é até hoje, a entidade máxima dos estudantes de agronomia do Brasil.
Desde sua fundação a entidade é protagonista de inúmeras conquistas que asseguraram mudanças no curso de agronomia; como o fim da Lei do Boi (cota de 50% de vagas para filhos de fazendeiros), o Currículo Mínimo Nacional, a Lei dos Agrotóxicos (receituário agronômico), a discussão diferenciada de Ciência e Tecnologia, a necessidade de modelos agrícolas alternativos ao da “revolução verde”, a proposta de Agroecologia, entre outras, chegando a importantes momentos no seu processo histórico. Paralelamente desenvolveu-se a aproximação com os movimentos sociais populares do campo (sendo hoje uma as sete organizações que compõe a Via Campesina – Seção Brasil), a campanha nacional de reflexão sobre gênero, a criação de uma entidade latinoamericana que abrange as federações de cada país (CONCLAEA – Confederação Caribenha e Latino-Americana de Estudantes de Agronomia), além da participação nas discussões específicas da universidade e do movimento estudantil (ME). Além disso, há duas décadas a FEAB vem realizando os Estágios Interdisciplinares de Vivência, atividade que recebeu prêmio da UNESCO, como “Ação de Destaque da Juventude da América Latina”. Esses estágios são realizados nas áreas de assentamento da Reforma Agrária e em comunidades pesqueiras, quilombolas e indígenas. Em virtude de se caracterizar como movimento estudantil, a FEAB tem como objetivo primordial a transformação da sociedade, dentro do espaço da universidade e também fora dela, pautando um amplo e contínuo processo de formação política.

terça-feira, 8 de março de 2011

FEDEP

Sob o lema “Mobilizar é preciso – Por uma educação pública sem mercantilização”, o lançamento dos princípios do Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública - FEDEP foi realizado no dia 23/02, no auditório 71 da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ. O auditório esteve lotado de alunos, professores, animadores culturais e técnicos que se engajaram na luta em defesa do ensino público.


Conheça os 10 princípios do Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública:

1. Defender a educação pública, gratuita, laica, democrática, e de qualidade social, em todos os níveis, como um direito social e universal e dever do Estado.

2. Exigir do poder público a garantia de acesso e de permanência, assegurando efetiva assistência estudantil (moradia, transporte, meia entrada nos eventos culturais, bolsa de manutenção, etc).

3. Defender a organização de um efetivo Sistema Nacional de Educação que articule e garanta o cumprimento das responsabilidades educacionais dos diferentes entes federais.

4. Defender a aplicação imediata de montante equivale a, pelo menos, 10% do PIB na educação pública em todos os níveis e que as verbas públicas sejam destinadas somentes para as escolas públicas.

5. Combater todas as formas de mercantilização da educação e a introdução de critérios produtivistas no trabalho dos (as) profissionais da educação e na avaliação das instituições e dos (as) estudantes.

6. Exigir controle social sobre a educação privada, como concessão do poder público. É função do Estado regulamentar e fiscalizar seu funcionamento, observando a garantia de carreira digna aos (às) seus (suas) trabalhadores (as) e a autonomia didático-científica diante de suas mercadorias.

7. Articular a luta em prol da qualidade da educação com a defesa da garantia pelo Estado das condições de trabalho dos (as) profissionais de educação, incluindo a valorização salarial e a autonomia didático-científica.

8. Exigir que a gestão democrática das instituições e sistemas educacionais seja realizada por meio de órgãos colegiados democráticos.

9. Defender a formação inicial e continuada, pública, gratuita, presencial e de qualidade de todos (as) os (as) trabalhadores (as) em educação, em todos os níveis e modalidades educacionais.

10. Ampliar o debate com os movimentos sociais e populares e entidades acadêmicas com o objetivo de reconstruir o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública e fortalecer a luta pela elaboração coletiva e democrática do Plano Nacional de Educação 2011-2021, tendo como referência o Plano Nacional de Educação: proposta da sociedade brasileira.



ACESSE: WWW.FEDEP.ORG.BR

"Inicialmente, falar em mulher é bifurcar-se em dois parâmetros de fundamental importância no mundo moderno, quer dizer, é vê-la pelo lado romântico de Julieta; das criações de Vinícios de Morais; de Pablo Neruda; e, muitos outros que a encantaram em prosas e versos. Do mesmo modo, é imprescindível observar a mulher pelo lado de sua integração na sociedade, conquistando espaço e ajudando a construir um mundo sem discriminação, onde homens e mulheres se completam na busca de um bem-estar conjunto, todos numa só união. Neste sentido, a mulher deve seguir os dois caminhos, o de ser feminina-mulher-mãe e o de ser agente social, econômico e político. Uma mulher participativa, trabalhadora e que quer contribuir para a evolução dos tempos, como um ser humano que pensa, tem que ter forças e deve ser útil à sociedade.



Vítimas de opressão dupla na sociedade de classes, imposta pelo sistema a todos os despossuídos e a específica, que as relega a um papel secundário, o de cuidar dos afazeres do lar, ou as submete a dupla jornada, quando desempenham alguma atividade econômica, as mulheres nunca se conformaram com essa situação.
Muitas, sintetizando a força e o desejo contidos nas mentes e nos corações de todas elas, romperam grilhões e preconceitos e se colocaram na vanguarda das lutas, provando aos homens sua capacidade de ocupar as ruas, liderar greves, passeatas, piquetes, enfrentar patrões, polícia, desbravar florestas, empunhar fuzil. Tornaram-se heroínas do povo brasileiro.
A Verdade já falou de algumas delas: Anita Garibaldi, Olga Benário, Sônia Angel, Margarida Alves."



fonte: eumed.net ; averdade.org


Nina Arueira - Revolucionaria Campista


Parabéns a todas as mulheres!

segunda-feira, 7 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

FUPO e a luta pela cultura!

O Movimento Estudantil prossegue em seu caráter político, coerentes em nossas ações, na organização dos estudantes quanto sua inserção no cenário de atuação política. Uma de nossas principais bandeiras de luta é a VALORIZAÇÃO da cultura local e independente. Juntos a outros atores sociais que compõem a FUPO- frente de Unidade Popular, fizemos um protesto irreverente no Centro da Cidade, no dia 01 de Março. Com direito a boi pintado, nominado de Boi Boneca, fizemos nosso carnaval e convidamos a população a festejar com a gente. Além de festejar, a frente de Unidade Popular, denunciou a postura antipopular por parte da prefeitura de Campos em remanejar o Carnaval (turístico) para o período de inverno, sem valorizar o carnaval do povo, o carnaval dos bairros, com seus blocos e sua identidade local.

O MENF quer o teatro de rua, quer os bois pintados, quer mais espaços abertos para manifestações artísticas. Os estudantes querem pagar barato e ver coisa de boa qualidade. Os Artistas de Campos querem ter condições de permanecer na cidade sendo valorizados. E se temos que berrar para que escutem, berraremos!