terça-feira, 8 de março de 2011

FEDEP

Sob o lema “Mobilizar é preciso – Por uma educação pública sem mercantilização”, o lançamento dos princípios do Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública - FEDEP foi realizado no dia 23/02, no auditório 71 da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ. O auditório esteve lotado de alunos, professores, animadores culturais e técnicos que se engajaram na luta em defesa do ensino público.


Conheça os 10 princípios do Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública:

1. Defender a educação pública, gratuita, laica, democrática, e de qualidade social, em todos os níveis, como um direito social e universal e dever do Estado.

2. Exigir do poder público a garantia de acesso e de permanência, assegurando efetiva assistência estudantil (moradia, transporte, meia entrada nos eventos culturais, bolsa de manutenção, etc).

3. Defender a organização de um efetivo Sistema Nacional de Educação que articule e garanta o cumprimento das responsabilidades educacionais dos diferentes entes federais.

4. Defender a aplicação imediata de montante equivale a, pelo menos, 10% do PIB na educação pública em todos os níveis e que as verbas públicas sejam destinadas somentes para as escolas públicas.

5. Combater todas as formas de mercantilização da educação e a introdução de critérios produtivistas no trabalho dos (as) profissionais da educação e na avaliação das instituições e dos (as) estudantes.

6. Exigir controle social sobre a educação privada, como concessão do poder público. É função do Estado regulamentar e fiscalizar seu funcionamento, observando a garantia de carreira digna aos (às) seus (suas) trabalhadores (as) e a autonomia didático-científica diante de suas mercadorias.

7. Articular a luta em prol da qualidade da educação com a defesa da garantia pelo Estado das condições de trabalho dos (as) profissionais de educação, incluindo a valorização salarial e a autonomia didático-científica.

8. Exigir que a gestão democrática das instituições e sistemas educacionais seja realizada por meio de órgãos colegiados democráticos.

9. Defender a formação inicial e continuada, pública, gratuita, presencial e de qualidade de todos (as) os (as) trabalhadores (as) em educação, em todos os níveis e modalidades educacionais.

10. Ampliar o debate com os movimentos sociais e populares e entidades acadêmicas com o objetivo de reconstruir o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública e fortalecer a luta pela elaboração coletiva e democrática do Plano Nacional de Educação 2011-2021, tendo como referência o Plano Nacional de Educação: proposta da sociedade brasileira.



ACESSE: WWW.FEDEP.ORG.BR

"Inicialmente, falar em mulher é bifurcar-se em dois parâmetros de fundamental importância no mundo moderno, quer dizer, é vê-la pelo lado romântico de Julieta; das criações de Vinícios de Morais; de Pablo Neruda; e, muitos outros que a encantaram em prosas e versos. Do mesmo modo, é imprescindível observar a mulher pelo lado de sua integração na sociedade, conquistando espaço e ajudando a construir um mundo sem discriminação, onde homens e mulheres se completam na busca de um bem-estar conjunto, todos numa só união. Neste sentido, a mulher deve seguir os dois caminhos, o de ser feminina-mulher-mãe e o de ser agente social, econômico e político. Uma mulher participativa, trabalhadora e que quer contribuir para a evolução dos tempos, como um ser humano que pensa, tem que ter forças e deve ser útil à sociedade.



Vítimas de opressão dupla na sociedade de classes, imposta pelo sistema a todos os despossuídos e a específica, que as relega a um papel secundário, o de cuidar dos afazeres do lar, ou as submete a dupla jornada, quando desempenham alguma atividade econômica, as mulheres nunca se conformaram com essa situação.
Muitas, sintetizando a força e o desejo contidos nas mentes e nos corações de todas elas, romperam grilhões e preconceitos e se colocaram na vanguarda das lutas, provando aos homens sua capacidade de ocupar as ruas, liderar greves, passeatas, piquetes, enfrentar patrões, polícia, desbravar florestas, empunhar fuzil. Tornaram-se heroínas do povo brasileiro.
A Verdade já falou de algumas delas: Anita Garibaldi, Olga Benário, Sônia Angel, Margarida Alves."



fonte: eumed.net ; averdade.org


Nina Arueira - Revolucionaria Campista


Parabéns a todas as mulheres!

segunda-feira, 7 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

FUPO e a luta pela cultura!

O Movimento Estudantil prossegue em seu caráter político, coerentes em nossas ações, na organização dos estudantes quanto sua inserção no cenário de atuação política. Uma de nossas principais bandeiras de luta é a VALORIZAÇÃO da cultura local e independente. Juntos a outros atores sociais que compõem a FUPO- frente de Unidade Popular, fizemos um protesto irreverente no Centro da Cidade, no dia 01 de Março. Com direito a boi pintado, nominado de Boi Boneca, fizemos nosso carnaval e convidamos a população a festejar com a gente. Além de festejar, a frente de Unidade Popular, denunciou a postura antipopular por parte da prefeitura de Campos em remanejar o Carnaval (turístico) para o período de inverno, sem valorizar o carnaval do povo, o carnaval dos bairros, com seus blocos e sua identidade local.

O MENF quer o teatro de rua, quer os bois pintados, quer mais espaços abertos para manifestações artísticas. Os estudantes querem pagar barato e ver coisa de boa qualidade. Os Artistas de Campos querem ter condições de permanecer na cidade sendo valorizados. E se temos que berrar para que escutem, berraremos!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MENF Apresenta:


Movimento das Palavras
Lançamento da segunda edição do livreto de poesias do MENF

Lançamento da segunda edição do livreto Movimento das Palavras contará com uma série de atividades culturais que será iniciada no dia 24 de Fevereiro com apresentação da peça Domesticados, apresentação musical, sarau de poesia e pintura ao vivo.

Local: Casarão dos estudantes
Inicio: as 20h


Aê Galera, hoje, dia 17 de fevereiro teremos a apresentação da peça, "Domesticados", as 20:30min no teatro do IFF (Antigo Cefet). Maiores informações, no local.
A apresentação faz parte do Calourada do Intistuto Federal.


" Domensticados": Em pleno século XXI as mazelas da servidão e escravatura ainda recaem sobre os ombros do povo que, com seus braços, ensangüentados e em riste, ergueram as bases do Brasil, o povo Negro. Domesticados, um espetáculo de Victor Santana, Diego Fraga, Luisa Leão e Rafael Gomes Scheiner, trata dos resquícios e seqüelas da estrutura escravocrata e pré-conceituosa, que ao contrario do que se pensa, ainda persiste e perdura na sociedade atual. Maria Silva, uma negra nordestina, abandonada pelas mazelas da fome do sertão nordestino, torna-se domesticada pela servidão no lar e pelo trafico de prostituição. Maria, lesada, subjugada, é privada de sua liberdade por Madame Castela, uma proeminente cafetina espanhola, que a mantém como uma mercadoria viva em seu prostíbulo na Espanha. Luiz, um brasileiro militante dos movimentos sociais, que mora na Espanha, apaixona-se por Maria e compadece-se de sua história, e pela força de seu espírito de luta e inquietação empenha-se na tarefa de fazer valer os direitos básicos do ser humano, dos quais Maria é violentamente privada. "

Vale a pena a visita, rapaziada!
Até mais ver.